Suspeito ataca passageiros do Metro do Porto com gás e fica em prisão preventiva

Um homem de 46 anos foi detido pela Polícia de Segurança Pública (PSP) e ficou sujeito à medida de coação de prisão preventiva por ser suspeito de um “ataque com gás” contra passageiros do Metro do Porto.
Em comunicado, enviado esta segunda-feira às redações, o Comando Metropolitano do Porto da PSP indicou que o incidente ocorreu no passado dia 18 de março, na estação de Ramalde.
Francisco Monteiro regressa ao hospital após agressões
Filha de António José Seguro chama atenção em Palácio de Belém
“Não acredito que perdi a minha melhor amiga”: Beatriz Frazão emociona com despedida à mãe
Choque entre carro e mota em São João da Madeira provoca dois feridos
Colisão na EN246, em Arronches, deixa três feridos em estado grave
José Eduardo Moniz aposta no Secret Story e tira novela da TVI
“O incidente provocou ferimentos em seis passageiros, dos quais três necessitaram de ser transportados ao hospital. O ato gerou momentos de pânico entre cerca de meia centena de utilizadores, tendo levado à ativação dos mecanismos de alarme e paragem da circulação do Metro que durou cerca de uma hora”, lê-se na nota.
Após o crime, o homem colocou-se “em fuga para parte incerta”, tendo a PSP desenvolvido diligências que permitiram identificá-lo.
Durante a investigação, autoridade apurou que o ataque teve como motivação “uma ação de represália”, uma vez que os passageiros, momentos antes, tinham “impedido o suspeito de furtar a carteira a um cidadão septuagenário no interior daquela composição”.
A PSP realizou uma operação policial na baixa da cidade do Porto após reunir um “conjunto de sólidos elementos de prova” contra o suspeito. O homem, um cidadão estrangeiro, acabou por ser intercetado e detido e, no momento da detenção, tinha na sua posse uma botija de gás, uma faca e um telemóvel furtado.
O suspeito foi presente ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto e ficou sujeito à medida de coação mais gravosa, a de prisão preventiva.
Na nota, a PSP destacou que “mantém o compromisso firme de atuar de forma célere e eficaz na proteção das vítimas, na preservação da segurança pública e no combate a fenómenos criminais que colocam em risco a integridade dos cidadãos”.



